Taurino
com ascendente em gêmeos. Essa ascendência potencializa
atuação nas áreas de criação,
publicidade e jornalismo, áreas que gosto muito, porém,
infelizmente, não são áreas de meu ganha pão.
Sou nascido em São Paulo, mas vivendo em Brasília,
terra abençoada.
Atualmente sou praticante de tênis, corrida e mountain
bike. Meus hobbies são fotografia e vinhos
A teoria de que existem mundos paralelos sendo vivenciados ao mesmo tempo, portanto não existindo passado nem futuro, apenas o presente, pode ser comparada (ou justificada?) ao se dirigir um carro.
Hoje, voltando da aula de tênis, vim a uma velocidade baixa, picos de 70 KM/Hora e isso me propiciou uma vivência interessante: existe o mundo daquelas pessoas que vivem dirigindo correndo e o mundo daquelas pessoas que vivem dirigindo devagar. E isso é bastante interessante do ponto de vista da PERCEPÇÃO: se está costumado a correr, tente dirigir seu carro numa velocidade baixa >>> o mundo ao seu redor muda, sua forma de ver as coisas muda (você vê coisas diferentes), as pessoas que estão ao seu lado muda e você percebe que existem também pessoas que anda devagar junto com você: o "mundo devagar". Em contraposição existe o "mundo rápido": pessoas que correm junto com você, sua forma de ver o mundo.
A mesma coisa com o tempo: o tempo pode ter várias facetas: o "tempo rápido" e o "tempo devagar" porém o tempo não possui os limites que uma estrada impõe: carros na sua frente, acostamentos, brita, buracos na estrada...forçando você a ficar devagar. Por isso é bastante justificável que haja realmente uma certa coerência na teoria da coexistência de um mundo chamado "passado" e um mundo chamado "futuro" e o mundo chamado presente é aquele que é vivido por os respectivos seres humanos de cada mundo.
Assim para passar de um mundo para o outro teria que existir uma forma que pudéssemos acelerar ou frear o tempo. Assim cairíamos no mundo diferente do "nosso" atual.