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Saiba mais sobre as plantas ornamentais

Saiba mais sobre as plantas ornamentais

Esses cuidados, segundo ele, podem evitar quebra de calçamento, penetração de raiz na fossa e problemas com a segurança pessoal, assim como gastos desnecessários com aquisição de plantas que não se adaptam ao ambiente, já que algumas são adequadas apenas ao sol ou à sombra. “Deve-se ter cuidado também para não fazer um carnaval no jardim, ao invés de arrumá-lo”, alerta.
A preparação do solo também é muito importante para que o jardim permaneça com plantas saudáveis e bonitas. A análise do solo pode ser feita através de um aparelho chamado pHmetro ou em um laboratório específico.

Orquídea do viveiro da Fazenda

Socôco, em Moju
Para um jardim residencial as espécies mais indicadas são as palmeiras e plantas de forração, como duranta, emigrafes, liríopes, ixoras, portulaca, grama preta e clorófito. Em jardins residenciais também são usadas cercas-vivas, como murta, ligustro, ixoras e podocarpus. Os preços variam de acordo com o tamanho e espécie.
Já para um jardim comercial deve ser mais aberto, com a predominância de plantas de forração ou rasteiras para facilitar a fiscalização. No geral, este jardim deve ser esteticamente bonito, elegante e simples. As plantas devem ser resistentes para a empresa não ter custos com manutenção.
No jardim industrial devem prevalecer áreas grandes de grama com arborização para valorizar o espaço e transmitir a idéia de organização. Podem ser utilizadas cercas-vivas ou forração em pequenas plantações.

Fotos: Rodolfo Oliveira

Os vasos são produzidos pela Poematec
Vasos de fibra de coco,
a alternativa ao xaxim

A fibra de coco se tornou mais que uma alternativa ecologicamente correta no mercado de paisagismo e jardinagem. A comercialização do xaxim (dicksonia sellowiana ou samambaiaçu), ameaçado de extinção em virtude da extração indiscrimi-nada, está com os dias contados para sumir das prateleiras das lojas. E a alternativa são os vasos produzidos a partir da fibra de coco, que devem ocupar um bom espaço no mercado.
Quem aposta nessa tendência é a empresa Poematec, localizada no Distrito Industrial de Ananindeua. A linha Amazon Garden inclui vasos, estacas, placas, mantas, discos, adubos e fibrinhas, a partir da fibra de coco e do látex, que são naturais e biodegradáveis.
“Nós já tínhamos um projeto e sabíamos que era possível fazer isso. Com a proibição da comercialização do xaxim, resolvemos investir nessa linha. Acredito que a procura pelo produto deve aumentar porque não há nada que substitua o xaxim, a não ser a fibra de coco”, diz o diretor-administativo da Poematec, Wilson Moura. Na jardinagem, a fibra de coco funciona como antifungo, além de ser composta por microesponjas que absorvem até oito vezes seu próprio peso, retém água, permitindo a hidratação e a aeração das plantas.
A Poematec surgiu em março de 2001, como a terceira etapa de um projeto de ação sustentável na região, que envolve o Programa Pobreza e Meio Ambiente da Amazônia (Poema), o Laboratório de Produtos Naturais da Amazônia (Lepron), da Universidade Federal do Pará, e a Daimler-Chrysler, a partir de observações da conferência ambiental Eco-Rio 92, para geração de emprego e renda fora do eixo Sul e Sudeste.
A fase piloto envolveu a instalação de uma fábrica, em Ponta de Pedras, na ilha de Marajó, para produção de apoio de cabeça de bancos de automóveis, a partir do beneficiamento da fibra de coco nas comunidades locais.
Além da geração de emprego e renda na fábrica, o projeto permite que a matéria-prima seja adquirida de unidades de beneficiamento da própria região. Embora sete cooperativas e associações estejam no projeto, apenas duas estão funcionando no momento: uma no município de Soure, na ilha de Marajó, e outra na Escola Agrotécnica de Castanhal. “Como a empresa é jovem, estamos com apenas 70% da capacidade de um turno funcionando. Estamos equipando a fábrica para produzirmos mais”.
Só na linha de jardinagem, a empresa produziu cinco mil itens por mês, no ano passado. Com o aumento da produtividade, a empresa espera atingir 15 mil itens/mês. Além disso, a Poematec está produzindo os bancos do novo caminhão da Mercedes-Benz, que deve ser lançado em meados de 2004 e deve começar a produzir, a partir de setembro, os bancos das marcas Parati e Saveiro, da Volkswagen.

Fonte:Revista Agro Amazonia e http://www.zoonews.com.br/noticias2/noticia.php?idnoticia=20781